Samuel Sousa
Twitter Twitter

Submerged / Submerso


A big hand reaches the innerself

We're born, we grow up, we live - we suffer changes. Where lies the "Self"?
/ Nascemos, crescemos e vivemos - sofremos transformações. 
Onde fica o "Eu"?

(2010)

4 comentários :

Sophie Ramos disse...

Às vezes penso se o "eu" realmente existe. Muitas dessas vezes chego à conclussão que não existimos de maneira nenhuma nem em lugar algum e é tudo um sonho do qual nunca iremos acordar, porque temos medo de aceitar que de facto é um sonho e enchemos portanto os momentos com qualquer coisa para nos fazer esquecer essa verdade.

Mas hoje tou deprimida, isto é um discurso pessimista... Nem sequer sei se faz sentido. Ignora =)

Keep it up ;) um abraco

SAM disse...

Acho que existem formas infinitas de nos vermos como seres. A ideia de "enchermos os momentos com qualquer coisa" é um delas.

Todos temos medos, e o medo é sempre maior quando é relativo a algo inexplicável que nos supera. O mais curioso é a forma como tentamos superar esses medos.

Na minha opinião encher os momentos com qualquer coisa parece me uma boa resposta tanto para enfrentar o medo como para dar sentido à nossa existência.

Se não interagirmos com o mundo que nos rodeia não deixarmos rasto, em consequência, a nossa passagem por cá é como que inexistente.

Interagir é dizer que o nosso "eu" existe e está aqui!

L.Maria disse...

O truque é fazer-mo-nos maiores que o nosso próprio medo, pode ser a fingir, no início, mas com o tempo habitua-mo-nos a agir.
O medo existe, insiste e paralisa.
E nós?
Temos que insistir mais, insistir mais e sermos nós os autores do teatro da nossa vida.

SAM disse...

Concordo plenamente, porém, sem conhecer o medo jamais poderemos demonstrar qualquer força de vencer.